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Conheça a história de um viciado em cocaína que buscou ajuda na Clínica Viva Vida e veja orientações práticas para famílias que querem apoiar a recuperação com segurança.

Como ajudar um viciado em cocaína: história ilustrativa e orientações da Clínica Viva Vida

A pergunta como ajudar um viciado em cocaína faz parte da rotina de muitas famílias que convivem com a dependência química. Medo, vergonha, culpa e impotência se misturam, enquanto a vida do dependente parece afundar a cada recaída. Para mostrar que existe saída e ilustrar caminhos possíveis, apresentamos uma história fictícia, inspirada em situações reais acompanhadas por serviços especializados como a Clínica Viva Vida, seguida de orientações práticas para quem busca ajuda profissional e humanizada.

A história de Carlos: quando a cocaína assumiu o controle

Carlos tinha 32 anos, era casado e pai de uma menina de 5 anos. Começou a usar cocaína em festas, com amigos, “apenas para aguentar a noite toda”. No início, acreditava que tinha total controle: só usava em finais de semana, escondido da família, mantendo o trabalho em dia.

Com o tempo, as doses ficaram mais frequentes. A cocaína deixou de ser “diversão” e passou a ser uma fuga do estresse, das cobranças profissionais e de problemas pessoais. Carlos começou a se afastar da família, chegava em casa cada vez mais tarde, irritado, agressivo e desconectado da esposa e da filha. As contas atrasaram, surgiram dívidas e desculpas constantes. A mentira se tornou parte do dia a dia.

Em certo momento, a esposa encontrou bilhetes de cobrança, mensagens suspeitas no celular e resquícios de substância branca em um pacote no carro. A desconfiança virou certeza: Carlos era viciado em cocaína. Vieram brigas, ameaças de separação, promessas de que ele “pararia sozinho” e, em seguida, novas recaídas.

O limite da família e a decisão de buscar ajuda especializada

O ponto de virada aconteceu quando Carlos saiu de madrugada para “resolver algo rápido” e sofreu um acidente de carro leve, sob efeito de cocaína. A esposa, desesperada, percebeu que a situação havia saído completamente do controle. Não bastava mais conversar ou esperar que ele cumprisse promessas. Era hora de procurar ajuda profissional.

Após pesquisar sobre como ajudar um viciado em cocaína e conversar com amigos, a família chegou até a Clínica Viva Vida, que ofereceu orientação sobre o quadro, explicou as opções de tratamento e a importância de uma abordagem estruturada. A partir daí, a esposa e os pais de Carlos foram orientados a agir de forma conjunta, estabelecendo limites firmes, sem agressões, mas também sem continuar sustentando o uso com dinheiro, desculpas e encobrimentos.

Como a Clínica Viva Vida ajudou no acolhimento e tratamento

Após uma conversa franca e firme, baseada em orientações da equipe da Clínica Viva Vida, Carlos foi convidado a passar por uma avaliação profissional. Ele resistiu no início, tentou minimizar o problema, disse que “não era tão grave” e que conseguiria parar sozinho. A família, porém, manteve a posição: ou ele buscava ajuda ou as consequências (como a separação e o rompimento da convivência com a filha) precisariam ser enfrentadas.

Na avaliação, a equipe identificou um quadro de dependência de cocaína com grande perda de controle, associado a sintomas de ansiedade e depressão. A recomendação foi a internação em ambiente terapêutico na própria Clínica Viva Vida, para desintoxicação, estabilização emocional e início de um programa de reabilitação completo.

  • Desintoxicação supervisionada: primeiros dias com monitoramento médico, cuidado com sintomas físicos e controle de abstinência;
  • Acompanhamento psiquiátrico e psicológico: uso de medicação quando necessário e sessões de psicoterapia para trabalhar emoções e comportamentos;
  • Rotina terapêutica estruturada: atividades em grupo, palestras e oficinas voltadas à compreensão da doença e ao desenvolvimento de habilidades de enfrentamento;
  • Trabalho com espiritualidade e valores (quando desejado pelo paciente): fortalecimento de princípios que ajudam na reconstrução de projetos de vida;
  • Encontros com a família: momentos de orientação e reaproximação gradual, mediada pela equipe, para reorganizar a convivência.

Entendendo a dependência: por que não é apenas “falta de vergonha”

Caso da história de Carlos, assim como tantos outros acompanhados pela Clínica Viva Vida, mostram que a dependência de cocaína não é uma questão de caráter, mas de saúde. A substância altera circuitos cerebrais ligados a prazer, recompensa, impulso e controle. O dependente perde progressivamente a capacidade de decidir com liberdade, ficando preso a um ciclo de compulsão, culpa e recaída.

Por isso, quando familiares perguntam como ajudar um viciado em cocaína, a resposta passa, necessariamente, por tratamento especializado, ambiente adequado, acompanhamento contínuo e uma família orientada, que saiba dizer “sim” para o cuidado e “não” para atitudes que mantêm a doença ativa.

Passos práticos para ajudar um viciado em cocaína, inspirados na história

Com base na experiência da Clínica Viva Vida e na história ilustrativa de Carlos, alguns passos podem ser seguidos por famílias que desejam agir com responsabilidade:

  • 1. Reconheça o problema sem negar a realidade: minimizar o uso, justificar comportamentos e inventar desculpas impede que o dependente e a família busquem ajuda;
  • 2. Busque informação qualificada: leia conteúdos confiáveis, converse com profissionais e entenda melhor a dependência química antes de agir por impulso;
  • 3. Converse com firmeza e respeito: escolha um momento calmo, use linguagem de cuidado, fale sobre fatos concretos e exponha preocupações reais;
  • 4. Estabeleça limites: não ofereça dinheiro para sustentar o uso, não acoberta prejuízos graves e não aceite ameaças contínuas;
  • 5. Procure a Clínica Viva Vida ou outro serviço especializado: uma equipe experiente poderá orientar sobre internação, tratamento ambulatorial e suporte à família;
  • 6. Participe ativamente do processo: visitas, reuniões e orientações familiares são essenciais para reforçar o tratamento e reorganizar a convivência;
  • 7. Entenda que recaídas podem acontecer: elas não significam fracasso total, mas a necessidade de ajustar o plano de cuidado.

O papel da família durante e após a internação na Clínica Viva Vida

A família de Carlos aprendeu, com orientação da Clínica Viva Vida, que ajudar não é “fazer tudo pelo dependente”, mas assumir o papel de base firme, que apoia sem sustentar o uso. Durante a internação, familiares receberam orientações sobre:

  • Como evitar comportamentos que estimulam a dependência (pagando todas as dívidas sem limites, por exemplo);
  • A importância de manter regras de convivência e respeito mútuo;
  • Como se fortalecer emocionalmente para lidar com ansiedade, medo e expectativa em relação ao tratamento;
  • Como comunicar apoio ao tratamento sem prometer “vida perfeita” nem controlar cada passo do paciente;
  • O retorno gradativo do dependente ao convívio familiar, com acompanhamento profissional.

Após o período de internação, Carlos seguiu em acompanhamento ambulatorial, com consultas e participação em grupos, sempre mantendo contato com a equipe da Clínica Viva Vida para ajustes no plano terapêutico. A família passou a reconhecer sinais de risco mais cedo e a agir com mais segurança.

Como a história de Carlos pode inspirar outras famílias

A história fictícia de Carlos representa muitas trajetórias reais. Ela mostra que o ponto de virada costuma acontecer quando a família deixa de negar o problema, estabelece limites claros e procura um serviço especializado, como a Clínica Viva Vida, para orientar o processo de mudança.

Se você também se pergunta como ajudar um viciado em cocaína, saiba que não precisa enfrentar essa situação sozinho. Informação correta, apoio profissional e postura firme da família são pilares fundamentais para transformar um quadro de sofrimento em um caminho de recomeço.

Buscar a ajuda da Clínica Viva Vida pode ser o primeiro passo para interromper o ciclo da dependência, oferecer ao seu familiar um tratamento digno e, ao mesmo tempo, proteger a saúde emocional de todos que convivem com o problema.

Conheço também: www.curitiba.clinicaderecuperacaosp.com


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Clínica Viva Vida — Recuperação com cuidado humano e profissional

Descubra os diferentes tipos de internações em clínicas de recuperação: voluntária, involuntária e compulsória. Saiba como funcionam os tratamentos, convênios médicos e dúvidas mais comuns.

Quem Somos

A Clínica Viva Vida é uma instituição dedicada ao tratamento e à recuperação de pessoas com transtorno por uso de substâncias e dependência alcoólica. Nossa abordagem integra assistência médica, psicossocial e terapêutica com foco na reinserção social do paciente.

Tratamentos e Programas

Desintoxicação e Atendimento Médico

Monitoramento clínico, suporte farmacológico quando necessário e protocolos de segurança para fases iniciais do tratamento.

Terapia Individual e em Grupo

Atendimento psicológico baseado em TCC, terapia familiar e grupos de apoio, com foco em prevenção de recaídas.

Programas Específicos

Programas diferenciados para dependência de álcool, cocaína, crack, maconha e tratamento voltado ao público feminino.

Atividades Terapêuticas e Reinserção

Oficinas ocupacionais, atividades físicas, acompanhamento social e encaminhamento para reinserção profissional.

Tipos de Internação

Oferecemos modalidades de internação adaptáveis às necessidades clínicas e legais:

  • Voluntária: quando o paciente concorda em iniciar o tratamento.
  • Involuntária: solicitada por familiares em situações de risco, com respaldo legal e acompanhamento médico.
  • Compulsória: conforme determinação judicial em casos específicos.

Unidades e Abrangência

A Viva Vida possui unidades e parcerias em diversas cidades e estados, atendendo tanto capitais quanto municípios do interior. Trabalhamos para facilitar o acesso ao tratamento e reduzir o deslocamento das famílias.

Região Sudeste

Unidades e atendimento em cidades do estado de São Paulo, incluindo áreas metropolitanas e interior.

Região Sul e Centro-Oeste

Presença em unidades parceiras que garantem suporte multidisciplinar e continuidade do tratamento.

Convênios Médicos

Para facilitar o acesso, a clínica mantém convênios e negociações com as principais operadoras. Consulte a unidade sobre a cobertura e procedimentos aceitos.

  • Unimed
  • Amil
  • Bradesco Saúde
  • SulAmérica
  • NotreDame Intermédica

Perguntas Frequentes

Como iniciar o tratamento?

Entre em contato por telefone ou formulário; agendamos avaliação, entrevista clínica e definimos o plano terapêutico.

Quem pode solicitar internação involuntária?

Familiares ou representantes legais podem solicitar, mediante avaliação médica que comprove risco ou incapacidade de autocuidado.

O convênio cobre o tratamento?

Depende da operadora e do plano. Recomendamos contato prévio com a equipe administrativa da unidade para confirmar cobertura.

Há programas exclusivos para mulheres?

Sim. Contamos com programas que atendem às necessidades específicas do público feminino, incluindo suporte obstétrico e psicossocial quando necessário.

Contato e Encaminhamento

Para informações, agendamento de avaliação ou encaminhamento, utilize nossos canais:

  • Telefone: (11) 4249-1373
  • WhatsApp: (11) 4249-1373
  • E-mail: contato@clinicavivavida.com.br

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Veja também: Atendimento Unimed em Todo o Brasil — Clínica de Recuperação


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21/maio/2024

A busca por clínicas de recuperação em Camanducaia- MG, é recorrente, muitas vezes não é simples encontrar um bom tratamento que atenda às nossas necessidades e condições.

Infelizmente a dependência química e o alcoolismo cresce rápido em todo mundo, por isso a prevenção e o tratamento são o que temos de mais eficazes.

Uma clínica de recuperação em Camanducaia no estado de Minas Gerais atua diretamente na desintoxicação e reabilitação de pacientes que perderam o controle de suas vidas, muitos perderam seu trabalho, família e moradia.

Quando um dependente chega na clínica de recuperação, ele está fragilizado e cansado da sua vida de drogas.

Considerado um transtorno mental, além de um problema social pela Organização Mundial de Saúde (OMS), a dependência química é tida como doença crônica, que comumente atinge indivíduos que fazem o uso constante de determinadas drogas. 

O portador desse tipo de distúrbio acaba por não conseguir conter o vício, afetando sua vida psíquica, emocional, física e, consequentemente, a vida social.

As substâncias que atuam no Sistema Nervoso Central, alterando a forma de o indivíduo pensar, agir ou sentir são denominadas drogas psicoativas. Sendo conhecida e usada desde o início das civilizações, em rituais religiosos ou como fonte de prazer, substâncias como a maconha, cocaína e o álcool ainda são comuns nos dias atuais. 

Tendem a causar um desequilíbrio no metabolismo químico do organismo, levando a dependência química da droga.

A dependência a uma droga é caracterizada pelo descontrole do indivíduo no uso da substância, que aos poucos o desintegra da sociedade.

Fatores relacionados à própria droga, até uma predisposição genética e doenças psiquiátricas pré-existentes, podem levar algumas pessoas a um quadro de dependência.

O Grupo Viva Vida conta com unidades de tratamento em todos estados do Brasil e também em Camanducaia- MG, atendendo de forma particular e também através de planos de saúde, com profissionais especializados e competentes.

Em Camanducaia, no Sul de Minas no estado de Minas Gerais, você pode contar com uma internação voluntária, involuntária e compulsória, a estrutura da clínica é propícia para uma reabilitação completa, não deixe para amanhã busque ajuda hoje mesmo.


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A busca por clínicas de recuperação em Franca- SP, é recorrente, muitas vezes não é simples encontrar um bom tratamento que atenda às nossas necessidades e condições.

Infelizmente a dependência química e o alcoolismo cresce rápido em todo mundo, por isso a prevenção e o tratamento são o que temos de mais eficazes.

Uma clínica de recuperação em Franca atua diretamente na desintoxicação e reabilitação de pacientes que perderam o controle de suas vidas, muitos perderam seu trabalho, família e moradia.

Quando um dependente chega na clínica de recuperação no nordeste, ele está fragilizado e cansado da sua vida de drogas.

Considerado um transtorno mental, além de um problema social pela Organização Mundial de Saúde (OMS), a dependência química é tida como doença crônica, que comumente atinge indivíduos que fazem o uso constante de determinadas drogas. 

O portador desse tipo de distúrbio acaba por não conseguir conter o vício, afetando sua vida psíquica, emocional, física e, consequentemente, a vida social.

As substâncias que atuam no Sistema Nervoso Central, alterando a forma de o indivíduo pensar, agir ou sentir são denominadas drogas psicoativas. Sendo conhecida e usada desde o início das civilizações, em rituais religiosos ou como fonte de prazer, substâncias como a maconha, cocaína e o álcool ainda são comuns nos dias atuais. 

Tendem a causar um desequilíbrio no metabolismo químico do organismo, levando a dependência química da droga.

A dependência a uma droga é caracterizada pelo descontrole do indivíduo no uso da substância, que aos poucos o desintegra da sociedade.

Fatores relacionados à própria droga, até uma predisposição genética e doenças psiquiátricas pré-existentes, podem levar algumas pessoas a um quadro de dependência.

O Grupo Viva Vida conta com unidades de tratamento em todos estados do Brasil e também em Franca- SP, atendendo de forma particular e também através de planos de saúde, com profissionais especializados e competentes.

Em Franca, no estado de São Paulo, você pode contar com uma internação voluntária, involuntária e compulsória, a estrutura da clínica é propícia para uma reabilitação completa, não deixe para amanhã busque ajuda hoje mesmo.


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A busca por clínicas de recuperação Viva Vida em Guarulhos – SP é cada vez mais frequente. Nem sempre é fácil encontrar um tratamento que realmente atenda às necessidades da família, ofereça segurança ao paciente e esteja dentro das condições financeiras de quem procura ajuda.

A dependência química e o alcoolismo crescem em ritmo preocupante no Brasil e no mundo. Por isso, prevenção, diagnóstico precoce e tratamento adequado são hoje as principais formas de enfrentar esse problema e restaurar a qualidade de vida do dependente e de seus familiares.

Uma clínica de recuperação Viva Vida em Guarulhos atua diretamente na desintoxicação e reabilitação de pessoas que perderam o controle sobre o uso de substâncias. Muitos pacientes chegam ao tratamento após prejuízos significativos: perda de emprego, afastamento da família, problemas financeiros e, em alguns casos, até situação de rua. Quando o dependente finalmente aceita ajuda, costuma estar fragilizado, cansado do ciclo destrutivo das drogas ou do álcool e precisando de acolhimento especializado.

A dependência química é considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) um transtorno mental e uma doença crônica, além de ser um grave problema social. Ela costuma atingir indivíduos que fazem uso repetido e prolongado de determinadas substâncias, comprometendo a saúde física, emocional e psicológica. Com o tempo, o uso passa a ser cada vez mais difícil de controlar, afetando relacionamentos, trabalho, estudos e projetos de vida.

As substâncias que atuam diretamente no sistema nervoso central, alterando a forma de pensar, agir e sentir, são chamadas de drogas psicoativas. Já utilizadas desde as primeiras civilizações, em rituais religiosos ou busca de prazer, drogas como álcool, maconha, cocaína, entre outras continuam presentes no cotidiano de muitas pessoas. O uso abusivo tende a provocar um desequilíbrio no funcionamento químico do organismo, gerando tolerância, abstinência e, consequentemente, dependência química.

A dependência é caracterizada pelo descontrole diante da substância: mesmo com prejuízos evidentes, o indivíduo sente uma forte compulsão para usar novamente. Fatores relacionados à própria droga (como poder de causar dependência), predisposição genética, histórico familiar e transtornos psiquiátricos pré-existentes podem aumentar o risco de desenvolvimento desse quadro.

O Grupo Viva Vida conta com unidades de tratamento em todos os estados do Brasil, oferecendo atendimento particular e também por meio de planos de saúde, com equipes especializadas em dependência química e saúde mental. Os profissionais trabalham de forma integrada para proporcionar um cuidado humanizado, seguro e focado na reabilitação completa do paciente.

Em Guarulhos – SP, é possível contar com internação voluntária, involuntária e compulsória, sempre seguindo a legislação vigente e critérios técnicos. A estrutura da clínica é planejada para favorecer a recuperação: ambiente seguro, rotinas terapêuticas, suporte médico e psicológico, além de acompanhamento à família.

Não espere a situação se agravar. Buscar ajuda o quanto antes faz toda a diferença no resultado do tratamento. Se você ou alguém que ama está sofrendo com a dependência de álcool ou drogas em Guarulhos, procure orientação e dê o primeiro passo rumo a uma vida mais saudável e equilibrada.


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No Brasil, pesquisas apontam que 26,8% dos jovens com idades entre 15 e 19 anos relataram consumo de álcool no último ano, o que é um fator de risco para acidentes, violências e doenças

De cada dez pessoas que começam a beber antes dos 15 anos, seis fazem isso em festas ou por influência dos amigos. Pesquisa feita pelo IBGE com dez mil estudantes de ambos os sexos entre 13 e 17 anos mostra que um a cada quatro entrevistados já sabia o que era ficar bêbado.

Pense nessa combinação: adolescentes e festas. Segundo pesquisa do CISA (Centro de Informações sobre Álcool e Saúde), de 2019, 43,8% dos adolescentes consumiram bebidas alcoólicas em festas e 17,8% entre amigos. No Brasil, apesar da existência da Lei no 13.106/2015, que proíbe a oferta de bebidas alcoólicas para menores de 18 anos de idade, 9,4% teve permissão da família e 3,8% bebeu em casa com permissão. Parecem números pequenos, mas não são. Até porque, sem nem perceber, muitas vezes, os pais oferecem a experiência do álcool antes da hora.

Por que as pessoas combinam estas substâncias?

 

A combinação de álcool e drogas é muito comum, especialmente nos usuários que fazem consumo destas substâncias para fins recreativos, bem como para dependentes químicos, especialmente os em situação de abandono ou vulnerabilidade social, como moradores de rua, por exemplo.

Para estas pessoas, a ideia da mistura é potencializar os efeitos desejados (euforia, alucinações, sensação de leveza e relaxamento), ao mesmo tempo que buscam também disfarçar os efeitos sensoriais negativos (sensação de impotência, incapacidade motora, dores relacionadas à ressaca, entre outras consequências do uso das drogas.

Dentro do corpo, o organismo também sente a mistura. As drogas causam efeitos nas pessoas justamente porque alteram o funcionamento do corpo através da injeção de substâncias diversas na corrente sanguínea, seja por via estomacal, intravenosa ou inalatória. Ao misturar algumas destas substâncias, elas amplificam as alterações realizadas em órgãos como rins, fígado, coração e cérebro, causando ampliação dos efeitos – e também dos danos.

Na teoria, o álcool também é considerado uma droga, mas para fins práticos, normalmente separa-se substâncias etílicas, como cerveja, whiskey e vodka, de outros entorpecentes, como maconha, cocaína e crack.

Outro problema é o fato de, além de se misturar álcool e drogas, o usuário faz consumo de vários entorpecentes ao mesmo tempo. Ou seja, além de beber produtos alcoólicos, ele pode ao mesmo tempo fumar maconha e cheirar cocaína.

No corpo, a mistura chega como uma bomba. Quando se mistura álcool e cocaína, por exemplo, a tendência é que o usuário consuma ambos os produtos até desmaiar ou sofrer uma overdose, pois no cérebro, o consumo de uma substância provoca mais vontade de consumir a outra. É muito comum que usuários de cocaína só façam uso de coca quando bebem.

O efeito da mistura álcool + maconha é semelhante, com a peculiaridade de que ambos prejudicam a capacidade motora do usuário. Por isso, ao misturar maconha e uma quantidade razoável, a pessoa ficará bastante embriagada, perdendo consideravelmente suas capacidades mentais e físicas. O dano aos rins e ao fígado são potencializados.

NÃO FAÇA PARTE DAS ESTATÍSTICAS.

Por fim, a pesquisa aponta que o álcool é a droga psicoativa que mais causa dano social no Brasil e no mundo. Pela razão das pessoas começarem a consumir álcool cada vez mais cedo e de forma excessiva, a consequência não poderia ser diferente.

Se você, ou alguém da sua família passa por isso, o primeiro passo é reconhecer o problema e que a vida está fora de controle. Procure ajuda especializada, pois existem técnicas psicoterapêuticas, terapêuticas e psicológicas específicas e eficazes que o poderão ajudar.

Existem pessoas que podem ajudar a mudar os hábitos, adquirir novas atitudes e viver um dia de cada vez.


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Assim como o diabetes ou hipertensão arterial, o alcoolismo é uma doença sem cura e o tratamento não depende somente da “força de vontade”. Segundo especialistas da área da saúde, cerca de 60% dos casos de alcoolismo vêm de um fator genético e hereditário, ou seja, pessoas com parentes próximos alcóolatras têm mais chances de desenvolver o alcoolismo do que quem não tem esse histórico familiar.

Alcoolismo é mesmo uma doença?

Sim! Embora ainda haja um preconceito muito forte contra dependentes químicos, é importante ressaltar que, assim como alguém que tem depressão ou câncer, esses pacientes não escolhem ficar doentes: eles têm forte influência genética, cultural, ambiental e até alguns gatilhos durante a vida que os tornam dependentes dessa válvula de escape tão prejudicial.

Com o tempo, o paciente começa a ter perdas na qualidade de vida, no âmbito pessoal e no profissional. É muito comum haver desentendimentos familiares e brigas com pessoas próximas durante os momentos de embriaguez, além de alterações no fígado e em outros órgãos, quando o quadro está muito avançado. “Essa pessoa também começa a chegar atrasada ao trabalho, bebe durante o expediente e pode até esconder bebida entre os pertences para beber durante o dia”, conta o psiquiatra.

NÃO FAÇA PARTE DAS ESTATÍSTICAS.

Por fim, a pesquisa aponta que o álcool é a droga psicoativa que mais causa dano social no Brasil e no mundo. Pela razão das pessoas começarem a consumir álcool cada vez mais cedo e de forma excessiva, a consequência não poderia ser diferente.

Se você, ou alguém da sua família passa por isso, o primeiro passo é reconhecer o problema e que a vida está fora de controle. Procure ajuda especializada, pois existem técnicas psicoterapêuticas, terapêuticas e psicológicas específicas e eficazes que o poderão ajudar.

Existem pessoas que podem ajudar a mudar os hábitos, adquirir novas atitudes e viver um dia de cada vez.


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Muitas pessoas acham que apenas as drogas ilícitas fazem mal à saúde e podem acabar com a vida do dependente. Mas você sabia que o álcool é a droga psicoativa que mais causa dano social?

Segundo alguns estudos especializados, essa substância foi uma das mais encontradas quando se cruzaram os dados de consumo de drogas psicoativas e mortes violentas.

O QUE SÃO DROGAS PSICOATIVAS?

Em uma definição clara e simples, as drogas psicoativas ou drogas psicotrópicas são substâncias que agem, principalmente, no sistema nervoso central e causam alteração da função cerebral.

Algumas substâncias são de uso controlado, mas outras são bastante comuns e encontradas com facilidade no cotidiano; e os efeitos são pouco abordados. A alteração cerebral causada pelas drogas psicoativas ocasionam mudança de comportamento, humor, perda da concepção e consciência.

Alguns exemplos dessas drogas são o álcool, bastante consumida entre os jovens, os soníferos e, principalmente, o café. No Brasil, maior produtor e segundo maior consumidor de café do mundo, 85% das pessoas consome café pela manhã ainda em jejum.

QUAIS AS CAUSAS DAS DROGAS PSICOATIVAS?

As causas e efeitos das drogas psicoativas dependem muito de vários fatores, como a quantidade e tipo de substância, as vias utilizadas para ingestão, características físicas e biológicas do usuário e condições do uso.

As causas mais conhecidas do consumo do álcool são a euforia e relaxamento, seguidos da falta de coordenação motora e dificuldade de executar tarefas simples do dia a dia.

Outras substâncias, como o solvente, causam euforia, seguida de sonolência e alterações nos processos de tomadas de decisão.

Ópio e derivados causam sensação de prazer extremo, seguido de sonolência. Podendo ocasionar outros problemas associados como a depressão.

DANOS SOCIAIS CAUSADOS PELAS DROGAS PSICOATIVAS

Segundo pesquisas da associação entre o consumo de álcool e as drogas com a ocorrência de mortes violentas, feita pela Faculdade de Medicina da USP, o resultado é alarmante.

O álcool hoje é uma droga acessível para jovens e adultos e com pouca ou nenhuma restrição ou fiscalização. A pesquisa diz que o consumo de álcool é a causa de mais da metade (55%) das mortes ocorridas na cidade de São Paulo de 2014 a 2015.

Foi identificado que as vítimas tinham traços de álcool no sangue. E que, em sua maioria, eram homens de 18 a 50 anos de idade. As mortes ocorreram por diversos fatores, entre eles estão os acidentes de trânsito, homicídios, afogamentos, suicídios e envenenamentos, entre outros.

NÃO FAÇA PARTE DAS ESTATÍSTICAS.

Por fim, a pesquisa aponta que o álcool é a droga psicoativa que mais causa dano social no Brasil e no mundo. Pela razão das pessoas começarem a consumir álcool cada vez mais cedo e de forma excessiva, a consequência não poderia ser diferente.

Se você, ou alguém da sua família passa por isso, o primeiro passo é reconhecer o problema e que a vida está fora de controle. Procure ajuda especializada, pois existem técnicas psicoterapêuticas, terapêuticas e psicológicas específicas e eficazes que o poderão ajudar.

Existem pessoas que podem ajudar a mudar os hábitos, adquirir novas atitudes e viver um dia de cada vez.


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Quantas vezes você já discutiu sobre os problemas do alcoolismo na adolescência? No Brasil, esse é um problema recorrente e poucos dão atenção. Vamos conversar sobre o assunto?

Em primeiro lugar,  veja a seguir as causas e consequências do vício em álcool durante a adolescência e como podemos mudar isso.

O CONSUMO DE ÁLCOOL NO BRASIL

O Brasil é um país de tamanho continental. Portanto é um lugar rico de cultura em que cada estado tem a sua própria forma de viver. Mas, algumas coisas se tornam comum quando comparadas.

É comprovado que o álcool em boas doses moderadas pode ser até vantajoso. Quem nunca ouviu que uma taça de vinho por dia faz bem ao coração?

Além disso, boa parte da população toma uma dose de bebida alcoólica durantes os fins de semana. Mas alguns, até de forma bem exagerada. Causando assim o consumo inadequado e trazendo graves problemas para a saúde.

Certamente esse medo do consumo exagerado afeta muitas famílias. Principalmente os pais de adolescentes que estão conhecendo os prazeres do álcool cada vez mais cedo.

ALCOOLISMO NA ADOLESCÊNCIA

Meninos e meninas de todo o Brasil estão consumindo álcool antes da idade recomendada. O padrão está em crianças e adolescentes de 10 a 13 anos. E a principal “modalidade” de consumo é o “beber até embriagar-se”.

Consequentemente o consumo exagerado e sem controle causa um feito cascata, como o consumo de outras drogas, o sexo precoce e sem proteção e o vício de álcool.

Quase 40% dos estudantes, até os 17 anos, afirmam já ter praticado essa modalidade e ter ficado bêbados pelo menos uma vez na vida. Mas, afinal, como podemos mudar esse cenário diante de uma realidade tão preocupante?

CUIDADOS COM O ALCOOLISMO NA JUVENTUDE

É preciso uma campanha de políticas públicas para conscientizar o público-alvo, que são os pais e os próprios jovens. Além dos pais reforçarem os cuidados e mostrar a realidade nua e crua da dependência do álcool.

Porque o que acontece muito atualmente é que pais e responsáveis entram em pânico e desespero ao descobrir que os filhos estão usando drogas pesadas, como cocaína, craque ou maconha. Mas acham “normal” ver os filhos consumindo álcool, mesmo que para uma idade não recomendada.

  • Se você é mãe ou pai de adolescente, incentive o diálogo. Ouça seus filhos e fale sempre a verdade.
  • Participe ativamente da vida dos seus filhos, demonstre interesse pelos assuntos que eles mais curtem e valorize as ações positivas.
  • Como pai, mãe ou responsável, estabeleça limites e deixe claro as consequências caso os limites não sejam cumpridos.

Os adultos têm um papel fundamental na formação das crianças e adolescentes. São exemplos a serem seguidos. O alcoolismo na juventude deve ser combatido e nunca omitido.

A CLÍNICA VIVA VIDA PODE TE AJUDAR

Portanto caso você, algum parente ou algum amigo próximo esteja passando por problemas como o vício de álcool, não hesite. Vamos dar um basta no alcoolismo na adolescência ou em qualquer idade.

Mas, pelo motivo de muitos sintomas surgirem de forma leve, algumas pessoas podem se enganar e achar que é algo passageiro. Cuidado! Procure ajuda profissional.

Nós podemos te auxiliar com isso. Lembre-se: você não está sozinho nessa luta.






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